Meditação diária de 17/04/2017 por Flávio Reti
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Meditação diária de 18/04/2017 por Flávio Reti

Dia de Allan Kardec

“a esse iníquo, cuja vinda é segundo a eficácia de satanás com todo poder e sinais e prodígios de mentira” II Tessalonicenses 2: 9

De início apenas um professor francês que se meteu a entrevistar espíritos com a finalidade de descobrir as leis que regem o mundo dos mortos. Oito anos depois de suas experiências com os “espíritos” sua doutrina desembarcava no Brasil, em 17 de setembro de 1865, em Salvador, Bahia.

Atualmente sua doutrina engloba 13 milhões de seguidores no mundo, destes 3.8 milhões estão no Brasil. Chico Xavier tem a biografia de ser o médium mais famoso do século XX. O sucesso do espiritismo por aqui se explica por ser o brasileiro, devido à influência católica, muito aberto a assuntos de pós-morte. O espiritismo avançou bem no Brasil nas classes média e alta, porque essa classe não se prestava para misturar com religiões de origem africana ou indígena e o kardecismo aproveitou essa lacuna.

A doutrina da imortalidade natural, ensinada no espiritismo, bate de frente com a verdade claramente ensinada pelas escrituras de que “os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa alguma, tão pouco têm eles daí em diante recompensa, porque sua memória ficou entregue ao esquecimento” (Ecl. 9:5).

A doutrina da consciência do homem na morte, especialmente na crença de que os espíritos dos mortos voltam para ministrar aos vivos, abriu caminho para o moderno espiritismo. Está aí um ensino quase maldito do qual satanás se vale para realizar seus propósitos. Os anjos decaídos que executam suas ordens aparecem como mensageiros do mundo dos espíritos. O fato de declararem algumas verdades e poderem, às vezes, predizer o futuro, dá às suas declarações uma aparência de verdade. O apóstolo João, descrevendo o poder efetuador de prodígios que se manifestará nos últimos dias, declara: “Faz grandes sinais, de maneira que até fogo faz descer dos céus à vista dos homens e engana os que habitam na terra com sinais que lhe foi permitido fazer” (Apoc.13:13).

Deus proibiu expressamente toda pretensa comunicação com os espíritos dos mortos.

Primeiramente porque não são espíritos dos mortos, mas os próprios anjos de satanás. Nos dias de Moisés, havia uma classe de pessoas que pretendia, como fazem os espíritas de hoje, estabelecer comunicação com os mortos, mas os espíritos que se dizem ser habitantes de outros mundos, são “espíritos de demônios” (Num.25:1-3). Esse negócio de falar com espíritos foi declarado ser abominação ao Senhor e expressamente proibido sob pena de morte (Lev.19:31; 20:27).

“Os que se opõem aos ensinos do espiritismo, enfrentam não somente aos homens, mas também a satanás e seus anjos” (Grande Conflito, p.565, Ed.de bolso). Logo, muito cuidado com esse assunto. Vamos pelo “assim diz o Senhor”.

“Satanás tem há muito estado a preparar-se para um esforço final a fim de enganar o mundo. Pouco a pouco ele tem preparado o caminho para a sua obra-mestra de engano: o desenvolvimento do espiritismo. Até agora não conseguiu realizar completamente seus desígnios, mas estes serão atingidos no fim dos últimos tempos. Com exceção dos que são guardados pelo poder de Deus, pela fé em Sua Palavra, o mundo todo será envolvido por esse engano” (O Grande Conflito, págs. 561 e 562).

“O espiritismo é a obra-mestra do engano. É a mais fascinante e bem-sucedida ilusão de Satanás, calculada para atrair a simpatia dos que tiveram de levar seus queridos à tumba. Anjos maus aparecem sob a forma dos que morreram, relatando incidentes ligados à vida deles e desempenhando atos que eles realizaram enquanto viviam. Desta forma, os anjos maus levam as pessoas a acreditar que seus amigos mortos são anjos, os quais podem estar a seu lado e comunicar- se com eles. Esses anjos maus, que se apresentam como os queridos mortos, são tratados com uma certa idolatria e sua palavra é considerada como de muito maior peso que a Palavra de Deus” (Signs of the Times, 26 de agosto de 1889). A vinda do Senhor deve ser precedida da operação de Satanás “com todo o poder, e sinais, e prodígios de mentira, e com todo engano da injustiça” (II Tess. 2:9 e 10).

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