Meditação diária de 16/03/2017 por Flávio Reti
16/03/2017
Comentários da Lição 12 (1o Trim/2017) por Ligado na Videira
17/03/2017

Meditação diária de 17/03/2017 por Flávio Reti

Dia Internacional do Marítimo

“Eu vi um novo céu e uma nova terra, porque já se foram o primeiro céu e a primeira terra e o mar já não existe” Apocalipse 21:1

Marítimo não é apenas o marinheiro. Há uma relação muito grande de gente que trabalha em função do mar. São marinheiros, são carregadores, operadores de máquinas no porto, nos navios de passageiros há o pessoal de bordo, em terra há o pessoal operacional, fiscais, polícia portuária e uma série de outros. Todos são marítimos.

Lembro-me de uma ocasião, eu cursava a sétima série do ensino fundamental, o oitavo ano de hoje, e numa excursão que fizemos ao porto de Santos vimos lá uma frota de três navios de guerra japoneses e o professor que nos levava teve a ideia de visitar os navios. Aquele dia foi meu dia de glória, porque meu professor não falava Inglês e nem japonês. Então, eu servi de tradutor. Meu professor falava Português, eu passava para o Inglês, os japonês respondiam em Inglês e eu passava de volta para o professor em Português. Aquele foi meu dia de glória porque eu traduzi para o professor, imagine!

O que me chamou a atenção e sempre que me lembro fico admirado, é que em cada navio havia trezentos marinheiros, novecentos ao todo, e todos eles falavam Inglês perfeitamente. Inacreditável!

Agora, lendo o verso de hoje, imagino que no céu não haverá a profissão de marinheiro e nem de portuário ou marítimo. João viu a nova terra e o mar lá não existia. Por outro lado João viu alguma coisa semelhante ao mar e ele disse que era como um mar de vidro (Apoc.15:2; 4:6).

O céu nos reserva muitas surpresas. Eu tento imaginar, mas minha mente finita não consegue atingir tudo que o céu oferece. Portais de ouro maciço, árvore da vida, folhas que não murcham, não haverá sol, não haverá tristeza, nem dor, nem pranto, nem morte. Viver eternamente, visitar outros mundos, falar com os anjos, ver Cristo face-a-face. Eu só posso conjecturar e aguardar até a vinda de Jesus quando tudo isso vai se tornar realidade.

Ellen White conta uma visão que teve nas seguintes palavras: “O Senhor me proporcionou uma vista de outros mundos. Foram-me dadas asas e um anjo me acompanhou da cidade a um lugar fulgurante e glorioso. A relva era de um verde vivo e os pássaros gorjeavam ali cânticos suaves.

Os habitantes do lugar eram de todas as estaturas: nobres, majestosos e formosos. Ostentavam a expressa imagem de Jesus e seu semblante irradiava santa alegria, que era uma expressão da

liberdade e felicidade do lugar. Perguntei a um deles por que eram muito mais formosos que os da terra. A resposta foi: Vivemos em estrita obediência aos mandamentos de Deus e não caímos em desobediência como os habitantes da terra” (Vida e Ensinos, p.96). Note que ela está descrevendo um lugar para onde ela foi levada, não era ainda o céu, mas já era um lugar deslumbrante. Agora, pense nas belezas do próprio céu. Não haverá o sol, a glória de Deus vai iluminar a cidade denominada na bíblia de “a nova Jerusalém”. Nela a vida será eterna, alguma coisa inédita para nós aqui na terra. Muitas coisas que conhecemos aqui lá não vai existir e muitas que nunca vimos por aqui lá existirão. Será um lugar de surpresas, uma atrás da outra e cada uma mais extasiante do que a outra.

Percebeu na leitura que lá não haverá mar? Não precisamos de mar na nova terra. O prazer da vida será outro. Prepare-se, Jesus está pra chegar. Grandes coisas, grandes surpresas nos aguardam. A pergunta é se nós estamos aguardando as maravilhas do céu?

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