Meditação diária de 15/05/2019 por Flávio Reti – Pedro Ferreira dos Santos
15/05/2019
Meditação diária de 17/05/2019 por Flávio Reti – Ana Bolena
17/05/2019

Meditação diária de 16/05/2019 por Flávio Reti – Chaim Azriel Weizmann

16 de maio

Eclesiastes 11:1  “Lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás”

Chaim Azriel Weizmann

Se você não sabia agora vai saber que os descendentes de israelitas, ou de judeus como popularmente dizem, podem nascer em qualquer lugar do mundo, mas eles vão dizer que são israelitas. Se nascem no Brasil, eles vão se chamar judeu-brasileiro, se nascem na Espanha eles vão dizer judeu-espanhol e assim por diante. Primeiro eles são judeus e depois são brasileiros, ou espanhóis ou outra qualquer nação. Os israelitas, inicialmente o povo tirado do Egito e liderados por Moisés deixaram de cumprir os propósitos pelos quais Deus criou esse povo e portanto foi rejeitado. No ano 70 de nossa era, a nação de Israel foi destruída pelo comandante Tito de Roma e nessa época se deu o que se chamou entre os judeus de a grande diáspora, que é o esparramamento dos judeus pelo mundo inteiro. Desse modo, eles deixaram de ser uma nação e viviam distribuídos em várias nações pelo mundo. Só na cidade de Nova York ainda há mais de 6 milhões de judeus, número igual ao que Hitler matou na segunda grande guerra mundial. Com esse espalhamento de judeus pelo mundo a terra de Israel ficou vazia e os árabes dos países vizinhos ocuparam o espaço e isso perdurou até 1947 quando a ONU votou recriar o Estado de Israel. Começou, então, no mundo, um movimento denominado Sionismo de judeus voltando para Israel, ou de volta para Sião. Mas ao voltar, encontraram a terra ocupada por árabes que nasceram ali e que não tinham pátria, eram chamados de palestinos, porque nasceram na palestina e ali começou esse conflito entre palestinos e israelitas que você vê todos os dias nos noticiários, ambos os lados se agredindo e se defendendo. É nesse contexto que entra em cena Chaim Azriel Weizmann como o primeiro presidente da nova nação recriada pela ONU, o novo Estado de Israel. Esse Chaim Weizmann havia estudado na Suíça, formou-se em química e foi professor em Genebra e na continuação veio a ser cientista e estadista e primeiro presidente de Israel. Lógico, ele vinha com todo gás e com ideias nacionalistas para unir os judeus do mundo inteiro e até conseguiu. Hoje o Estado de Israel conta com 9 milhões de habitantes (dados de 2016), um PIB per capta de 37.292,61 dólares, algo que já pesa na economia mundial.

Pois bem, como vamos explicar que um país arrasado e que havia deixado de existir, renasce das cinzas depois de 1877 anos e se torna uma influência no mundo? Ele foi recriado em 1947, portanto já está com 71 anos dessa nova existência. Minha inclinação é acreditar que Deus ainda está abençoando esse povo. Semelhante ao que Deus fez no ano 587 a.C., com o cativeiro Babilônico, fazendo-os voltar depois de 70 anos, Deus permitiu a volta novamente desse povo, dando a impressão de que a bênção prometida nos dias de Abraão ainda está vigendo. Conclusão: Deus nunca abandona por completo nenhum de seus filhos e ainda depois de muitos dias ele se lembra de que somos filhos e vem em nosso socorro.

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