Meditação diária de 14/02/2017 por Flávio Reti
14/02/2017
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16/02/2017

Meditação diária de 15/02/2017 por Flávio Reti

Dia da Iluminação de Shakyamuni

“Pois em ti está o manancial da vida, na tua luz veremos a luz” Salmos 36:9

Você já ouviu falar esse nome, Sidarta Gautama? Não? Pois esse é o nome verdadeiro do BUDA. Agregado ao seu nome sempre aparece uma outra palavra, shakyamuni, que significa iluminado. No dia quinze de fevereiro, o mundo budista celebra a morte do iluminado Buda. Conta- se que ele estava dormindo, no momento da sua morte, em uma cama embaixo de duas árvores.

No momento exato de sua morte, diz-se que as árvores produziram imediatamente flores brancas que desabrocharam e começaram cair sem parar. Muita gente estava ao seu redor, entre elas o rei e sua família, homens e mulheres, pássaros e animais e todos chorando de tristeza pela passagem do Buda. Dizem os adeptos do budismo que Buda alcançou a iluminação bem antes de sua morte, mas nesse dia ele alcançou o Nirvana pleno ao deixar para trás a forma terrena.

De acordo com o budismo, Buda durante sua iluminação, descobriu quatro verdades chamadas de nobres que são as doutrinas fundamentais do budismo. Para eles, o nirvana é um estado interior de paz mental perfeita onde a pessoa se livra de toda ignorância, orgulho, ódio, inveja e outras emoções que afligem as pessoas.

Mas sem precisar de nirvana algum, minha bíblia já me disse que “muita paz têm os que amam a sua (de Deus) lei” e não há nada que os faça tropeçar (Salm. 119:165). Os que amam a lei do Senhor também são iluminados, porque não há nada que os faça tropeçar. Luigi Braga é um advogado da Divisão Sul Americana da Igreja Adventista. Ele é um ex-budista que conheceu essa graça maravilhosa e se convenceu de que a verdadeira iluminação vem somente pela atuação do Espírito Santo na mente das pessoas convertidas.

Como diz nosso verso introdutório, nele está o manancial da vida e na luz dele é que veremos a luz, a iluminação completa. Não precisamos fazer como Buda que, segundo a tradição, apesar de ser filho da nobreza, abandonou o palácio, a esposa e um filho pequeno e saiu pelo mundo como um andarilho, aos vinte e nove anos de idade em busca da verdade. Viveu meditando, jejuando e visitando lugares a fim de superar os desejos da carne, inclusive passou fome.

A verdade que Buda buscava, andando pelos caminhos do mundo, ele nunca encontrou, porque “Cristo é o caminho, a verdade e a vida” (João 14:6). O nirvana e a verdade estão em caminhos e direção opostos. Quando Jesus se referia à verdade, ele não usava de parábolas, ele falava diretamente a verdade. Se Buda era o iluminado, não posso afirmar realmente, mas sei que os seguidores de Cristo são a luz do mundo. E Deus não manda, como foi o caso de Buda, buscar a iluminação pelos caminhos da vida, Deus não manda ninguém fazer esforço para brilhar. Ele simplesmente deseja que nossa vida seja cheia dos princípios do céu e, assim, ao se pôr em contato

com o mundo todos os crentes hão de revelar a luz que neles está. Sua firme fidelidade, em todos os atos da vida, será um facho de iluminação nas trevas deste mundo. Nós refletimos a luz que irradia do coração de Deus. Quando Deus chamou Abraão, ele disse as seguintes palavras: “Sê tu uma bênção” (Gen.12:2) e é isso que todo crente dever ser, uma bênção a todos que nos rodeiam. Aonde quer que Cristo ia, ele levava bênção. Sua presença era desejada e por isso mesmo ele percorria todas as aldeias de Israel levando cura, ensinamento e bênçãos. Já parou para medir seu nível de aceitação, como sua presença é recebida? As pessoas aguardam sua presença trazendo bênçãos ou … evitam sua presença? Ser servo de Cristo, deve ser para ser útil, porque não compensa ser um servo inútil.

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