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Meditação diária de 14/10/2019 por Flávio Reti – Valdir Negreli

14 de outubro

Salmos 9:2    “Em ti me alegrarei e exultarei; cantarei louvores ao teu nome, ó Altíssimo”

Valdir Negreli

Quem nunca viu uma plaqueta pendurada nalguma parede, na entrada de algum estabelecimento comercial, com as palavras “sorria, você está sendo filmado”?

Tive como amigo e companheiro de classe um jovem até certo ponto sisudo e sério, mas que algumas vezes, nos programas humorísticos que realizávamos no internado, ele se soltava e fazia toda a plateia rir. Lembro-me de uma vez em que ele entrou no palco com uma banana bem grande e simulando estar tocando uma gaita. Por trás dele, de antemão arranjado, estavam duas cadeiras cobertas com um lençol e por trás do lençol já estava posicionado um outro rapaz com uma gaita de verdade. Ao abrir as cortinas, um aparente ator perguntava o que era aquilo e o que ele estava fazendo, e ele dizia que era um novo instrumento que ele havia inventado chamado de “gaitofe-bananofe” e estava ensaiando para a festa da amizade, outro evento muito concorrido entre os alunos do internato. Quando o interlocutor pedia a ele que tocasse, então, seu novo instrumento, ele dava um leve coice na cadeira e o outro que estava por trás começava a tocar de verdade enquanto ele simulava estar tocando na banana. A brincadeira arrancava risadas e curiosidade, até que um terceiro aparecia e chamava o que estava por trás do lençol perguntando o “que você está fazendo aí, rapaz, o diretor está chamando para conversar com você”. Quando ele se levantava para sair, o som da gaitofe-bananofe se apagava e nosso ator ficava no palco, desconcertado, sem saída e dando coices na cadeira, mas o som da gaitofe-bananofe não vinha mais. Aí sim as risadas eram abundantes. O nome do ator por alguns instantes, meu amigo de internato, de classe, de trabalho, era Valdir Negreli, ex- professor de Língua Inglesa e diretor da faculdade de Letras do Unasp – SP. Quem o conheceu exercendo sua profissão, jamais acreditaria que ele era capaz de fazer uma plateia rir com bobagens que ele sugeria. Fazer rir é uma arte!

Afinal, por que andar lamentando e chorando quando temos motivos de sobra para viver alegres, jubilosos, ainda mais pela esperança que temos e as grandes coisas que ainda vão acontecer em nome do Senhor em nosso benefício? Paulo é enfático quando aconselha: tendo, porém, alimento e vestuário, estejamos com isso contentes (I Tim.6:8). Aliás, do que mais você precisa para estar feliz? Deste mundo nada levaremos ao morrer, então, vamos nos divertir, alegrar, sorrir, ser otimista porque a “terra ainda está cheia da misericórdia do Senhor” (Sal.33:5). Sorria, você pode não estar sendo filmado, mas está chegando lá. O céu nos espera! Estamos cheios de razão para nos alegrar, porque “as coisas que o olho não viu e o ouvido não ouviu e nem subiram ao coração do homem, são as coisas que Deus preparou para aqueles que o amam” (I Cor.2:9). Nós temos razão para nos alegrar. Nosso coração está cheio de esperança. Nossa mente está ancorada nas promessas de Cristo. Nossa fé espera cegamente na palavra de Deus, logo, por que não haveríamos de estar alegres e contentes? Assim é a vida do cristão e mais ainda quando vê se aproximar o bendito cumprimento da promessa: Virei outra vez!

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