Meditação diária de 13/05/2019 por Flávio Reti – James Warren
13/05/2019
Meditação diária de 15/05/2019 por Flávio Reti – Pedro Ferreira dos Santos
15/05/2019

Meditação diária de 14/05/2019 por Flávio Reti – Lina Medina Vasquez

14 de maio

I Coríntios 15:34  “…porque alguns ainda não têm o conhecimento de Deus, digo-o para vergonha vossa”

Lina Medina Vasquez

Por acaso você já ouviu falar de uma menina de cinco anos grávida? Pois isso aconteceu no Peru com Lina Medina, uma menina que deu à luz um menino quando ainda tinha 5 anos, sete meses e 21 dias, menos de 6 anos. O mais intrigante dessa história é que ela nunca revelou o nome do pai da criança e por ter preferido passar a vida inteira no anonimato e na pobreza, sequer recebendo ajuda do governo. Quando, em 1972, ela chegou aos 38 anos, ela se casou e ainda teve outro filho, mas continuava vivendo num bairro pobre de Lima. O pai dela, ao perceber o crescimento do ventre da menina, procurou os curandeiros da localidade, chamados de xamãs, mas eles disseram que no local não havia encantamento, nem mesmo da crendice de uma cobra de nome Apu que crescia dentro das pessoas até matar o hospedeiro. Com isso, ele resolveu levá-la ao hospital de uma cidade chamada Pisco com o pensamento fixo que se tratava de algum tumor, mas os médicos, em número de três, foram unânimes em afirmar que se tratava de uma gravidez e que já estava com 7 meses. Um mês depois, quando o Peru comemorava o dia das mães, 14 de maio, era o ano 1939, através de uma cesariana, porque a menina não tinha estrutura pélvica suficiente, ela deu à luz um menino pesando 2,7 quilos que recebeu o nome de Geraldo. Depois do fato, surgiram os comentários médicos e de curiosos especulando. Os médicos disseram que sua menarca ocorreu quando ela ainda tinha 8 meses de idade e que seus seios já estavam crescidos com 4 anos de idade Aos 5 anos ela já demonstrava traços de pessoa adulta, embora ainda estivesse com menos de seis anos. E o que era esperado aconteceu, porque Lina preferia brincar com bonecas a cuidar do filho, mas uma enfermeira amiga se prontificou para cuidar do bebê. Geraldo foi criado pelo irmão de Lina e incentivado a acreditar que era irmão de Lina, mas descobriu toda a verdade por causa da ridicularização que sofria na escola. O menino cresceu até sadio, mas aos 40 anos, em 1979, ele faleceu com uma doença na medula. Nenhuma relação entre seu nascimento de uma mãe tão jovem e sua doença foi jamais confirmada. Os médicos têm uma explicação para o caso de Lina, como um desequilíbrio hormonal, mas a incógnita permanece até hoje: Quem foi o pai da criança? A menina nunca revelou e se negou a dar entrevista inclusive para a agência de Notícias Reuter com um cachê elevado. O pai foi preso acusado de incesto, mas não se achou provas, depois acusaram um outro irmão de Lina que era débil mental, mas o silêncio ainda perdura. Algumas pessoas exageradamente crentes, acreditavam que Lina era uma cópia

da Virgem Maria, mãe de Jesus, que concebeu do Espírito Santo e que o Geraldinho era filho do deus Sol, conforme criam no Peru. Há muitas outras implicações nessa história, mas nossa admiração fica para o fato das pessoas muito depressa associarem o fato com o nascimento de Jesus. “O meu povo é destruído por falta de conhecimento” disse o profeta Oseías (Os.4:6)

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