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Meditação diária de 12/09/2019 por Flávio Reti – Charles Francis Richter

12 de setembro

Provérbios 10:30  “O justo nunca será abalado, mas os ímpios não habitarão a terra”

Charles Francis Richter

Os cálculos para determinar a potência de um sismo leva em conta uma escala logarítmica que traduz a magnitude, a amplitude, uma série de cálculos difíceis para um leigo entender, só mesmo da mente de Charles Richter poderia nascer tal proposta. Eu nada entendo, mas dizem que a escala de Richter é semelhante a escala que mede magnitude estelar em astronomia para descrever o brilho das estrelas que recorre a uma escala logarítmica de base 10. Complicado? Nem queira entender, porque o cálculo é complicado mesmo! Não para ele que era investigador do Instituto de Tecnologia da Califórnia. Para Richter a escala vai de zero a nove. Mas essa famosa escala Richter foi desenvolvida ainda em 1935, quando os abalos sísmicos ainda eram menos frequentes do que são hoje, por isso ela parece obsoleta, mas o mundo inteiro prefere se referir aos sismos usando a escala ainda de Richter. Para Richter, um sismo abaixo de 3.5 não é percebido pelas pessoas, um sismo de 3.5 a 5.5 já pode ser sentido e eventualmente pode produzir danos embora menores em construções bem solidamente construídas, não é a mesma coisa com construções de baixa resistência que podem ruir mesmo com um sismo fraco de até 5.5 na escala. Os sismos de 6.1 a 6.9 já podem ser tremendamente devastador num raio de 100 quilômetros ao seu redor. Os sismos de 7 a 8 podem causar grandes desastres numa área além de 100 quilômetros ao redor. Sismos acima de 8 podem provocar danos e estragos a centenas de quilômetros do seu epicentro. O sismo mais intenso já registado atingiu o valor de 9,5 e ocorreu em 22 de maio de 1960 no Chile.

Mas, pensando bem, de que adianta tanto cálculo para medir a amplitude, a extensão, a profundidade de um sismo se não é possível evitá-lo? Há muitas coisas que acontecem neste mundo que não são possíveis evitar, logo, vale aquele ditado de que “contra a força não há resistência”. Não podemos evitar o crescimento das pessoas e nem o envelhecimento, não podemos evitar a morte natural. Mas uma coisa podemos fazer: É nos preparar para crescer bem e feliz, preparar para envelhecer com qualidade de vida e preparar-se também para morrer. Afinal, saber viver bem é uma arte para morrer bem. Não se assuste quando falamos em nos preparar para morrer, porque no conceito de Jesus a morte é apenas um sono, no final do qual veremos Jesus voltar e se realmente nos preparamos para viver bem e para morrer bem, não há porque temer. Certa vez, num voo que fizemos escala na Colômbia, um policial entrou no avião com um enorme cão policial e um ferro em forma de fisga passando pelo corredor fazendo o cão cheirar a todos os passageiros a bordo. Diante da gritaria das mulheres ele falava o seguinte em espanhol: “No hay que temer, es solamente una rutina”, mas as mulheres subiam no assento do avião, batiam a cabeça no teto e gritavam desesperadas. Será que diante da morte, que sabemos ser apenas um sono profundo, podemos também entender como uma rotina e que não precisa temer? Aqui não depende de escala de Richter e nem de ninguém, depende de nós estarmos preparados, alicerçados na fé e firmes na esperança. Daí sim, não há o que temer, pode vir o abalo sísmico que vier e nós vamos estar em paz.

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