Treinamento livre sobre estudos bíblicos
10/05/2019
Meditação diária de 12/05/2019 por Flávio Reti – Florence Nightingale
12/05/2019

Meditação diária de 11/05/2019 por Flávio Reti – Robert Nesta Marley

11 de maio

Isaías 49:23  “…os que confiam em mim não serão jamais confundidos”

Robert Nesta Marley

Como guitarrista, compositor e cantor jamaicano, ele é mais conhecido como Bob Marley apenas e famoso como músico do reggae e por ter sido o homem que popularizou o ritmo e que vendeu mais de 75 milhões de discos do gênero. Através de sua música, ele criou o movimento denominado Rastafári para protestar contra as injustiças sociais, especialmente praticada contra os negros, e para lançar um movimento de igualdade social, de preservação ambiental, com ideias de paz, de resistência e de liberdade e amor, se possível no mundo além da Jamaica. Pensando assim, sua música foi grandemente afetada pela situação social e política e ele acabou sendo considerado a voz do povo negro, pobre e massacrado. Apesar de ser quase negro, ele era filho de um militar branco do exército inglês com uma adolescente negra e desse relacionamento nasceu Bob Marley que era provocado e ridicularizado e rejeitado por ser mulato, nem branco, nem negro. Aos 14 anos, quando saiu da escola, Bob parecia ter uma única ambição: viver da música, mas não desagradar a sua mãe que tinha medo dele se tornar um arruaceiro, “negro de rua” como dizia ela. Ele procurou um emprego de soldador, mas nunca deixou de ensaiar e de tocar ao lado de seu meio irmão, Bunny. Até que chegou o dia de Bob criar uma banda com alguns amigos e, por ter nascido no gueto, local onde o povo sofre e se lamenta, ele deu o nome de “Wail” para a banda, porque a palavra em Inglês significa “lamento” e eles, os músicos, eram os wailers, os lamentadores. Assim foi criada a identidade da Jamaica através da música do grupo Wailing Wailers que traduzia a pura realidade da vida nos guetos jamaicanos. Mas por trás desse movimento chamado de rastafári há um outro nome, o último imperador da Etiópia de nome Ras Tafari que visitou a Jamaica na infância de Bob Marley. Lá na Etiópia ele era considerado um deus e ao visitar a Jamaica ele foi recebido como alguém que vinha para cumprir a profecia e tiraria a Jamaica da miséria e da pobreza, ele seria o Messias jamaicano. O movimento Rastafári na Jamaica além de ser um movimento comportamental passou a ser também um movimento religioso. Seu traje, seu cabelo influenciaram Bob a estilizar esse comportamento e Ras Tafari passou a ser adorado na Jamaica, porque eles acreditavam que seriam libertados pelo imperador da Etiópia, o deus da Etiópia, que depois adotou o nome de Haile Selassie, e que seriam levados para a África, a terra dos seus antepassados. Isso nunca aconteceu, porque o erro está no homem confiar noutro homem em termos de salvação. Haile Selassie não era Deus como pretendia, nunca levou ninguém para a Etiópia, e nunca resolveu os problemas da Jamaica. Por isso mesmo a bíblia afirma com propriedade: “Maldito o homem que confia no homem” (Jer.17:5). Não há porque confiar em homens, afinal, o que um tem de melhor para resolver o problema do outro? Somos todos iguais e se não formos em vida, a morte se encarregará de nivelar a todos. Precisamos aprender a confiar em Deus, o único que pode nos soerguer deste mundo e nos dar via, a vida eterna. Confiar é um aprendizado, a gente aprender confiar, em homens ou em Deus.

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