Meditação diária de 10/02/2017 por Flávio Reti
10/02/2017
Comentários da Lição 7 (1o Trim/2017) por Ligado na Videira
11/02/2017

Meditação diária de 11/02/2017 por Flávio Reti

Dia do Enfermo

“Está doente algum de vós? Chame os anciãos da igreja e estes orem sobre ele, ungindo-o com óleo em nome do Senhor” Tiago 5:14

Nesse dia, em que o calendário de datas comemorativas manda comemorar o enfermo, algumas perguntas se levantam naturalmente. Qualquer pessoa que lê isso vai perguntar: E um enfermo precisa de comemoração? Quem seria o louco de comemorar porque seu parente está enfermo? Na realidade não é dia de comemoração. A CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) entidade que acampa os bispos católicos de todo o Brasil tomou a resolução de destacar esse dia dedicado aos doentes, porque era uma resolução do papa João Paulo II para que nesse dia, 11 de fevereiro, fosse lembrado pelo cuidado, carinho, dedicação e amor que todo enfermo merece. Segundo o papa João Paulo II, cada católico deveria ver na face de um enfermo a face de Cristo sofredor, ferido, sangrando. Ele fez um apelo forte. Seria também uma maneira de fazer os profissionais de saúde se condoerem pelos enfermos sob seus cuidados e dispensar um atendimento mais humano.

Quando vamos pelos hospitais públicos, nos países pobres, o que vemos como dedicação aos enfermos é uma total indiferença. Filas para atendimento, corredores lotados de macas com enfermos gemendo em cima delas e muitos outros estirados pelo chão gemendo mais ainda. Quando perguntado o porquê dessa situação, a resposta das autoridades é sempre a mesma: “Não temos dinheiro. Estamos dependendo de um repasse do governo federal”. Assim, quem deveria resolver a situação repassa a responsabilidade para uma estância superior do governo, enquanto os enfermos continuam jogados como sacos de batata pelos corredores dos hospitais em todo o país.

Tiago, que era irmão do Senhor Jesus, tem uma outra saída e que não depende de dinheiro. Ele aconselha chamar os anciãos e orar pelo enfermo. Ele não afirma que o ancião vai resolver, mas afirma que a oração de um justo pode muito. Ele afirma que através da oração o Senhor levantará o doente (Tiago 5:15). E o Senhor pode fazer mais ainda: “se o doente houver cometido pecado, poderão ser perdoados”.

As doenças que nos enfermam fazem parte da vida moderna. É quase impossível passar pela vida e dizer lá no final que nunca esteve doente. O movimento mundial chamado capitalismo está arrancando as pessoas de seus locais seguros e trazendo-as para as cidade, para grandes centros, gerando doenças modernas das quais nunca se ouviu falar. Depressão, síndrome do pânico, estresse, fobias. Até a busca da beleza e do corpinho sarado está virando uma doença. Correria, falta de tempo, pressão do trabalho, influências de maus amigos são fatores que sem percebermos vão enfermando o povo. São doenças que um espírito quieto e o hábito sadio da oração podem curar. Muitas vezes nem precisa chamar os anciãos, porque cada um pode orar individualmente. Coisa alguma é aparentemente mais desamparada, e na realidade mais invencível, do que a alma que sente o seu nada, e confia inteiramente nos méritos do Salvador. Pela oração, pelo estudo de Sua Palavra, pela fé em Sua constante presença, a mais fraca das criaturas humanas pode viver em contato

com o Cristo vivo, e Ele a segurará com mão que nunca a soltará. Deus está hoje tão desejoso de restabelecer os doentes como quando Cristo andava pelo mundo curando todos os males do povo. “E Cristo é agora o mesmo compassivo médico que era durante Seu ministério terrestre. Nele há bálsamo curativo para toda doença, poder restaurador para toda enfermidade. Seus discípulos de nossos dias devem orar pelos doentes tão verdadeiramente como os de outrora. E seguir-se-ão as curas; pois “a oração da fé salvará o doente” (Tia 5:15. Em CBV, p.226). Diz a Escritura que os homens devem “orar sempre e nunca desfalecer”. Já orou hoje? Cuidado, você pode ficar doente!

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