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10/01/2021
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12/01/2021

Meditação diária de 11/01/2021 por Flávio Reti – Por que os bebês não se afogam no útero da mãe?

11 de janeiro

Êxodo 15:4  “Lançou no mar os carros de Faraó e o seu exército, e os seus capitães afogaram-se no mar Vermelho”

Por que os bebês não se afogam no útero da mãe?

Muita gente já fez essa pergunta, porque de fato ela é intrigante. Qualquer mente mediana sabe que durante a gestação tudo que o bebê precisa para seu desenvolvimento até a hora de nascer passa do corpo da mão para ele através do cordão umbilical ligado à placenta, aquele saco que envolve a criança no útero materno. Se tudo passa pelo cordão umbilical, isso inclui o oxigênio também, obviamente, e dentro do útero o bebê não respira pelos pulmões, aliás os pulmões são os últimos órgãos a se desenvolver no feto. Mas não deixa de ser uma boa curiosidade saber como o bebê se abastece de oxigênio, ou como ele respira, restrito dentro do útero e conectado à mãe por um cordão e quase sem espaço até para se movimentar. O bebê só aprende a respirar depois do parto e aquelas palmadinhas que o médico aplica no bebê é exatamente para disparar o início da respiração fora do útero. Dentro do útero não há oxigênio e os pulmões não passam de uma semelhança com esponjas. E tem mais que não está implícito na pergunta, e é como o bebê defeca, porque se ele recebe nutrição de sua mãe, ele deve defecar também. Mas não é bem assim, o bebê não tem o que defecar porque ele não se alimenta como nós, o que ele produz em pequena quantidade é um líquido parecendo um mingau chamado mecônio que se mistura com o líquido amniótico dentro do útero e isso às vezes se torna um problema sério se o bebê demorar para nascer, porque ele pode engolir esse líquido e se infeccionar levando-o à morte. Mas vamos pensar diferente! Digamos que semelhante a um bebê no útero assim estamos nós confinados a este mundo. A hora de nascer será a hora de deixarmos este mundo e sairmos daqui. Quanto mais demoramos aqui, mais podemos nos contaminar com as impurezas que nos envolvem. Precisamos ir para outro ambiente, um mundo melhor, e esse novo mundo é o céu para onde iremos na ocasião da volta de Jesus. Lá poderemos respirar a atmosfera do céu, lá estaremos livres das amarras deste mundo, como o cordão umbilical que prende o bebê. Depois, quando estivermos lá, poderemos crescer intelectualmente, crescer no amor, crescer na compreensão da vida eterna e seremos sempre cuidados pelo próprio Jesus assim como uma mãe cuida do bebê depois de nascido. São comparações, mas na verdade são realidades que nos aguardam logo mais, quando Jesus voltar.

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