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Meditação diária de 10/09/2019 por Flávio Reti – John Langdon Haydon Down

10 de setembro

Mateus 10:8   “Curai os enfermos, ressuscitai os mortos, limpai os leprosos, expulsai os demônios. De graça recebestes, de graça dai”

John Langdon Haydon Down

Down foi um médico britânico reconhecido no mundo pelo extenso trabalho com crianças portadoras de deficiência mental. A síndrome de Down recebeu esse nome em sua homenagem. Ele descreveu em 1866, pela primeira vez, as características de uma criança com síndrome de Down. Identificou que algumas crianças, mesmo filhas de pais europeus, tinham características físicas similares ao povo da Mongólia. No final de sua vida, o Dr. John Down foi atacado pelo vírus influenza em 1890 e nunca mais se recuperou. Uma manhã, entrou em colapso durante o desjejum morrendo 10 minutos depois, na sua casa em Hampton Wick. Mas Síndrome de Down não é uma doença, é uma disfunção genética causada pela presença de um cromossomo a mais na célula. É conhecida cientificamente pelo nome de COMOTRISSOMIA. Nenhum estudo, até o momento, conseguiu precisar a causa dessa disfunção, mas sabe-se que pode acometer qualquer raça e não tem relação com ambiente cultural, social ou econômico. Única coisa que se sabe é que a idade da mãe pode contribuir. Quanto mais tarde a mãe conceber, mais probabilidade da criança nascer com a síndrome. A probabilidade de uma criança nascer com a síndrome é de 1 para cada 700 nascimentos. Um dos resultados positivos da ciência está no aumento de vida e de qualidade de vida para os downs. Até a década de 40 a probabilidade de vida era até os 15 anos apenas, a partir de 2014 a probabilidade de vida saltou para 50 anos ou mais, chegando em alguns casos a 70 anos. A pessoa mais velha no mundo, com a síndrome de Down, era uma mulher de Anápolis, Goiás, de nome Dilmar Teixeira, que faleceu em 2007 com 74 anos.

Esqueça por um pouco o problema das crianças e adultos com Down. Pense em você que se julga ser uma pessoa normal, inteligente, sem qualquer problema, e não sabe que tem mais disfunções do que uma criança com a síndrome de Down. Há pessoas que se sentem confusas, desorientadas, com medo da vida, inseguras. Sentem a vida desencontrada, criam problemas profissionais, afetivos e financeiros. Seu problema pode ser outro. Relacionamento, sensação de pânico, dores sem explicação, agressividade, vergonha e podemos elencar uma série de problemas que podem advir aos sortudos que tem o privilégio de viver a vida moderna se achando que não têm problema algum.

Como era a vida de Cristo? Será que ele tinha algum desses problemas que afetam a humanidade atual? Ele teve momentos de pânico pouco antes da sua morte, teve medo, suou sangue, sentiu-se abandonado pelos amigos, solidão na hora da crise, desespero diante da possibilidade de pecado, mas com uma vantagem: Ele sabia colocar tudo nas mãos de seu Pai, nosso Deus.

Aqui está a grande saída. Saber que temos com quem contar nas horas difíceis da nossa vida. A maioria dos males da vida moderna se curam com nossa presença na casa de Deus e com a presença de Deus em nossa vida. Pense nisso!

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