Chutando o Balde
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07/06/2019

Meditação diária de 07/06/2019 por Flávio Reti – James Walter Braddock

07 de junho

Apocalipse 22:20  “Ora, vem Senhor Jesus”

James Walter Braddock

Se você vem acompanhando os devocionais até aqui, deve ter notado que várias vezes apareceram pessoas com vários nomes e aqui está mais um que era um pugilista americano, mas que quando lutava usava o pseudônimo de James J. Braddock. Seus fãs criaram ainda outros nomes para ele, veja alguns: Pride of the Irish (Orgulho do irlandês), Bulldog of Bergen ( o cão buldogue de Bergen), Pride of New Jersey (Orgulho de Nova Jersey) e Cinderella Man (homem Cinderela). O Cinderella man é possível explicar a causa, mas os demais não há uma explicação plausível. Houve um escritor americano que ao escrever alguma coisa sobre James W. Braddock se referiu a ele como Cinderella devido à sua origem pobre que teve uma grande chance na vida, tal e qual a Cinderella da historinha de Walt Disney, aquela órfã que prometeu seguir os desejos da mãe que estava morrendo que era ser corajosa e bondosa. Anos depois o pai da Cinderella se casou novamente, com uma velha cheia de manias que tinha duas filhas, Drisela e Anastasia. A Cinderella gostou da nova família, apesar das duas irmãs manifestarem atitudes desagradáveis. Quando o pai de Cinderella viajou, a velha pôs as mangas de fora, expulsando Cinderella para dormir no sótão. O pai morreu durante a viagem e a madrasta dispensou as empregadas e forçou Cinderella fazer o serviço da casa. Certo dia a velha viu a cara da Cinderella toda cheia de cinzas por ter dormido ao lado da lareira por causa do frio, ela apelidou-a de Cinderella (Ella era seu nome original e Cinder quer dizer Cinza, logo, seu nome seria Ella da Cinza, ou Cinderella) além de proibi-la de comer junto das meninas. Amargurada pela crueldade, a Cinderella foi para a mata onde encontrou o príncipe que se apresentou como um aprendiz acompanhando um grupo de caçadores. Cinderella não sabia que era o príncipe e se olharam já gostando um do outro. O rei, pressentindo seu fim, insistiu com o príncipe que arranjasse uma esposa no próximo baile no palácio. O príncipe convidou todas as moças na esperança de voltar a ver Cinderella. Ao receber o convite, Cinderella achou uma camisola de sua mãe e resolveu usá-la no baile. As duas “irmãs” ridicularizaram e não levaram Cinderella ao baile. Ela, então, foi chorar no jardim, mas eis que lhe apareceu uma mendiga que se apresentou como sua fada madrinha. A fada, então, transformou uma abóbora em carruagem, quatro ratos em quatro cavalos, dois lagartos em dois servos e um ganso em cocheiro e transformou a camisola velha de Cinderella em um lindo vestido de festa e um par de sandálias de vidro. Resumindo, o príncipe gostou dela e foram felizes para sempre. Mas você entendeu porque James W. Braddock se chamava Cinderella, por ter tido um vida semelhante à de Cinderella e teve um dia uma grande chance. Certo dia, Braddock lutava e dava golpes fortes com a mão direita quando de repente a quebrou e terminou a luta batendo com a esquerda e mesmo assim venceu aquela luta. Mas foi afastado do ringue e teve que trabalhar como estivador no porto, carregando sacos de cereais na cabeça. Lá um dia ele teve a chance de voltar ao box e venceu luta após luta até deixar seu nome na história.

Nós temos tido muitas chances na vida, aliás, nossa vida é uma chance de conquistar a vida futura. Por isso, abramos os olhos, porque a vida está passando e o dia de conquistarmos a nova vida se aproxima. É a nossa maior chance nesta vida, vamos aproveitar. Não temos fada madrinha, mas temos Jesus que pode nos transformar.

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