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06/06/2019

Meditação diária de 06/06/2019 por Flávio Reti – Johannes Müller von Königsberg

06 de junho

Deuteronômio 6:5  “Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todas as tuas forças”

Johannes Müller von Königsberg

Nos círculos matemáticos ele ficou conhecido como Regiomontanus, ou simplesmente Hans Müller. Profissionalmente ele era matemático, astrólogo e cosmógrafo que viveu no século XV. A ele se deve a invenção dos sinais + e – (mais e menos, em 1456) nas funções matemáticas. Mas você já parou para pensar o que faz um cosmógrafo? Ele é a pessoa que desenha aqui em baixo, no papel, o mapa do céu lá de cima, a posição das estrelas, dos astros, das galáxias e até dos satélites dos astros maiores. É em cima dessa carta cosmológica que os especuladores astrólogos inventam suas aplicações e colocam nos jornais diariamente para os nécios se compararem e acreditarem. Foi ele quem implantou o estudo de álgebra e geometria na Alemanha. Esteve em Roma onde estudou Grego, Latim e Filosofia e se embrenhou na tradução de obras científicas antigas. Criou na Alemanha uma imprensa, um tipo de tipografia, e também um observatório do espaço, para estudar a ciência dos astros no espaço sideral infinito. Lá um belo dia, quando ia fazer uma visita ao papa, ele foi achado morto, aparentemente por envenenamento, talvez por ser um crítico violento das vertentes da igreja dominante, e por isso mesmo era um convidado do papa para a tal visita. Mas o homem não era pouca coisa, ele escreveu um tratado sobre trigonometria que só foi entendido e publicado 47 anos depois da sua morte, em 1533. Esse negócio de seno, cosseno, arco, tangente, corda, razão, função, era água com açúcar para ele. Ele gostava mesmo era de trigonometria na esfera, algo que muito ajuda na astronomia.

Mas você já pensou como seria um trator ligado a toda aceleração e sem um tratorista em cima para orientar e dirigir? Assim era ele, um gênio poderoso, muito capaz, mas infelizmente nada de Deus com ele. E assim são muitas pessoas de hoje, determinadas, capazes, com talentos pra esbanjar, inteligência superior aos demais iguais, mas não têm uma orientação religiosa que possa dar o norte da vida, como uma bússola que determina o norte a seguir. O conhecimento de Deus é imprescindível, especialmente para nós que vivemos nesses últimos dias da história deste mundo e sabedores que os últimos dias serão dias difíceis, que a situação do mundo ainda vai piorar antes da volta de Jesus. Felizmente, Jesus advertiu que os últimos acontecimentos serão breves, ou ninguém se salvará (Mat.24:22). Durará pouco o aperto da situação do mundo, mas o suficiente para tirar muita gente do caminho do céu. Não podemos nos dedicar demais aos negócios deste mundo a ponto de esquecer do preparo para a volta de Jesus. Hans Muller não precisava só de matemática e astronomia, mas precisava muito mais de orientação divina e assim somos nós. A presença de Jesus na vida é condição sine qua non para quem quer estar vivendo com Jesus na eternidade.

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