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03 de setembro

Mateus 5:12  “Alegrai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão no céu”

Ferdinand Porsche

Não sei se você gosta de carros, mas aqui vai uma perguntinha: Você vê alguma relação entre um carro Porsche e um fusquinha, modelo básico, que aqui no Brasil era chamado de pé-de-boi? Pois saiba que há uma grande relação, porque o criador da fábrica Porsche foi também o idealizador do Fusca. Ferdinand Porsche foi um engenheiro austríaco que ficou muito conhecido e famoso pelas inovações que fazia e por acaso desenvolveu o modelo do fusca e também o dono do primeiro Porsche e depois pela criação da sua própria fábrica Porsche. Embora fosse austríaco, sua família era alemã e sua cidade de nascimento hoje pertence à República Checa. O fusca que ele projetou, lá na Alemanha, recebeu o nome de Käfer, em Portugal Carocha e aqui pra nós Fusca ou Fusquinha. Foi Porsche que também projetou os tanques de guerra usados pelos alemães na segunda guerra pelos quais ele foi condecorado pelo Terceiro Reich. O menino Porsche já nasceu com grande interesse e com muita aptidão para fazer trabalhos mecânicos. Seu pai tinha uma loja e ele o ajudava durante o dia, mas não se desligava de ler materiais sobre mecânica de máquinas. Depois da faculdade, ele começou a projetar carros e seu primeiro projeto de carro foi a adaptação de uma carruagem com um motor de combustão interna e a direção era com motores elétricos adaptados nas rodas e foi um dos primeiros carros licenciados na Áustria e só por curiosidade, ela, a carruagem motorizada, atingia a estonteante velocidade de 56 km por hora. Aquele estrupício quebrou recordes de velocidade e chegou a vencer um rali em 1901. Ao ser acrescentados motores Daimler, mais potentes, a fabriqueta vendeu 300 unidades do carro Porsche-carruagem. Agora pense, o criador, produtor de carros foi obrigado ao serviço militar e foi servir como motorista de um figurão na Alemanha. Ferdinand Porsche fundou sua empresa em 1931. Com o crescimento do negócio, Porsche fez parcerias com outras empresas do ramo, mas todas desistiram do contrato, foi então que Hitler resolveu motorizar o país com a política de que todo alemão deveria no futuro ter um carro, ou um trator e com isso Porsche partiu para oferecer seus projetos. Mas Ferdinand Porsche não teve uma vida tranquila como parece, só de sucesso com suas máquinas e motores, pelo contrário, teve uma vida atribulada recorrendo a bancos, concorrência desleal, preso em função da guerra. Felizmente, mais para o final de sua vida, ele passou a receber royalties de cada Wolksvagen produzido e isso aliviou sua vida financeira. Após uma visita à fábrica da Wolksvagen que já estava chegando a 20 milhões de unidades vendidas, Ferdinand Porsche sofreu um ataque cardíaco e dele nunca mais se recuperou, falecendo em Janeiro de 1951. Homenagens daqui e dali, ele depois de morto acabou ficando com o título inútil pra ele de Engenheiro Automotivo do Século.

Parece que é sempre assim. Os homens fazem proezas, criam, inventam, sofrem, lutam e acabam apenas com um título de honra qualquer e nada mais. Não é assim com os seguidores do meigo Jesus. Todos que, segundo Jesus, perderem tudo nesta vida, receberão 100 vezes mais e no futuro a vida eterna. (Mat.19:29). Nós precisamos tomar consciência disso e procurar mais as coisas eternas, porque tudo nesta vida passa, títulos e honras de nada valerão no futuro. Você nunca saberia quem foi Fernand Porsche olhando para um Fusca.

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