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Dia da Navegação (no rio São Francisco)

“Partindo dali fomos navegando a sotavento de Chipre, porque os ventos eram contrários” Atos 27: 4

A linguagem náutica tem alguns termos próprios que quem está pensando entrar para esta área deve começar aprendendo: proa, popa, casco, bombordo, quilha, vigias e uma série de outras palavras. Vale lembrar também que a medida de velocidade no mar não é por quilômetros por hora, mas por nós. Um nó equivale a 1.85 quilômetros por hora.

Sempre que alguém compra ou fabrica um barco, este deve ser registrado e uma licença será expedida pela Capitania dos Portos para poder navegar. É necessário escolher um nome para a nova embarcação. As embarcações destinadas à navegação marítima não podem ter nomes repetidos.

Então, se existe um Kasato Maru (o navio que trouxe a primeira leva de japoneses para o Brasil, em 1908, numa viagem de 52 dias), não poderá haver outro Kasato Maru.

Faz sentido dedicar um dia em homenagem à navegação no Rio São Francisco, afinal é um importante rio que cruza cinco estados e atravessa quinhentos e vinte e um municípios. O Rio São Francisco é carinhosamente chamado de “O Velho Chico”. Seu comprimento a partir da

nascente alcança dois mil, oitocentos e quatorze quilômetros. Os indígenas o chamam de Opará ou Pirapitinga, Velho Chico para os ribeirinhos

Bem, mas o que quis Paulo dizer, com a palavra sotavento, quando navegou de Chipre para Cilícia e Panfília? Nada mais era do que deixar o navio à mercê do vento e ir na direção que o vento soprava. É o mesmo que dizer à deriva.

Loucura? Deixar um barco a sotavento no alto mar? Não para Paulo que confiava totalmente na direção divina. Mas se você puder imaginar nosso mundo como um grande barco no mar da vida, repare se ele não está à deriva. Os ventos da adversidade estão soprando furiosamente contra todos e contra tudo que for legalmente organizado. Planos de uma nova ordem mundial, países

de desfazendo (Lembra Iugoslávia, Rússia?), União Europeia começando soçobrar e fazer água.

O que conhecíamos como OEA (Organização dos Estados Americanos) nem se ouve mais falar a respeito. O Mercosul nunca decolou. Você ainda duvida que o mundo vai “de mal a pior porque os homens são maus (II Tim.6:13)? Há, na língua inglesa, uma expressão que diz muito: “Our world is up side down” querendo dizer que nosso mundo está de cabeça para baixo. Aliás tudo está invertido no mundo. Homens querendo ser mulheres, mulheres querendo ser homens. A promiscuidade avassalando e as escolas introduzindo a discussão sobre LGBT logo na infância para mais na frente criar uma crise de identidade nos novos cidadãos.

Se você pensa que o mundo vai bem, pense duas vezes. O mundo só não está girando ao contrário porque Deus ainda tem uma obra a fazer a favor de seus filhos, mas ore, ore porque os dias são maus. “Ao obediente, porém, é dada a promessa: “Este habitará nas alturas; as fortalezas das rochas serão o seu alto refúgio, o seu pão lhe será dado, as suas águas são certas.” Isa. 33:16. Por essa promessa viverão os filhos de Deus. Quando a Terra estiver assolada pela fome, serão alimentados. “Não serão envergonhados nos dias maus, e nos dias de fome se fartarão” (Sal. 37:19). Daquele tempo de angústia prediz o profeta Habacuque, e suas palavras exprimem a fé da igreja:

“Portanto ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; o produto da oliveira minta, e os campos não produzam mantimento; as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja vacas; todavia eu me alegrarei no Senhor, exultarei no Deus da minha salvação” (Hab. 3:17 e 18).

Repare bem, as previsões não são facilitadoras, são intimidadoras, mas há promessas de livramento, de cuidado, logo, não há o que temer. Deixe as águas do São Francisco rolarem à vontade. Em Cristo há segurança e perspectiva de um futuro glorioso. É só esperar nele!

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