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02/11/2019

Meditação diária de 02/11/2019 por Flávio Reti – Francisco Manuel Barroso da Silva

02 de novembro

I Timóteo 4: 10  “Pois para isso é que trabalhamos e lutamos, porque temos posto nossa esperança no Deus vivo que é o salvador de todos os homens, especialmente dos que creem”

Francisco Manuel Barroso da Silva

Ele entrou para a história como o Almirante Barroso, um militar brasileiro, do tempo do Império, que conduziu a armada brasileira na vitória do Riachuelo contra o Paraguai em 1804. Para ter uma ideia do que significou esse nome na nossa história veja quantas cidades homenageiam esse herói: Peruíbe, Praia Grande, São Sebastião, Limeira. Vitória, João Pessoa, Campina Grande, Fortaleza, Salvador, Erechim, Porto Alegre, Bagé, Pelotas, Rio Grande, Foz de Iguaçu, Itajaí, Belém, São José de Ribamar, Porto Velho e inclusive Lisboa, sua cidade natal, e uma Universidade no Chile. Todas possuem ruas, avenidas, clubes e escolas com esse nome, Almirante Barroso. Mas de que adianta falar de conquistas, de propriedade, de bravuras, quando a maior batalha do homem é dentro de si mesmo? Quando Paulo chegou à Macedônia, nas suas viagens missionárias, ele diz que em tudo foi atribulado, por fora combates e temores por dentro (II Cor.7:5). Sua missão era anunciar o evangelho em meio a grandes lutas, aliás, ninguém será coroado no último dia, se não lutar bravamente as lutas da fé contra o temor, contra inimigos visíveis e invisíveis e contra nossa própria natureza pecaminosa. Paulo é mais enfático ao dizer que a nossa luta nem sempre é contra carne e sangue, mas contra os principados, contra as potestades contra os príncipes do mundo das trevas, contra as hostes espirituais da maldade (Efés. 6:12) liderados pelo próprio satanás. É uma luta espiritual na qual almirante algum do mundo pode fazer alguma coisa, por mais portentoso que possa ser.

Se viver nessa terra já é uma luta diária, imagine quando a luta é para conquistar um lugar no reino de Deus. Não será com a força de almirante, de comandante, mas com a força que recebemos diariamente pela oração, pela leitura da palavra de Deus, pelo convívio e pelo relacionamento com o poder de Deus.

O conselho mais apropriado para essas circunstâncias nós o encontramos no livro de Tiago, onde ele diz para “sujeitar-nos, portanto, a Deus; resistir ao diabo e ele fugirá de nós, chegarmo-nos a Deus e Ele se achegará a nós” (Ti.4:7,8). E que armas temos para essa luta? Unicamente a fé, a confiança no poder de Deus, a vontade orientada de lhe ser submisso e manter-se firme até o fim da luta. A recompensa é certa, porque o diabo, nosso maior adversário já é um inimigo vencido. Na cruz, seu poder ficou patenteado que não poderá destruir nenhum dos mais pequeninos dos filhos de Deus. Assim eu creio e assim eu luto. A vitória é certa. “Cristo não disse a Seus discípulos que sua obra seria fácil. Mostrou-lhes a vasta confederação do mal arregimentada contra eles. Teriam de lutar “contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais (Efés. 6:12). Mas não seriam deixados a lutar sozinhos. Assegurou-lhes que estaria com eles e se fossem avante com fé, seriam protegidos pelo Onipotente. Ordenou-lhes que fossem valorosos e fortes, pois, Alguém mais poderoso que os anjos – o General das hostes celestiais – estaria em suas fileiras. Ele tomou completas providências para a prossecução de Sua obra, e assumiu a responsabilidade de seu êxito. Enquanto obedecessem Sua Palavra e trabalhassem em harmonia com Ele, não fracassariam” (Atos dos Apóstolos, p.29). E assim é, a vitória está garantida para os que lutam confiantes no poder do alto.

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