Meditação diária de 01/05/2019 por Flávio Reti – Carl von Linné
01/05/2019
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02/05/2019

Meditação diária de 02/05/2019 por Flávio Reti – John Knox

02 de maio

Mateus 24:14  “E este evangelho do reino será pregado no mundo inteiro, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim”

John Knox

Seguindo os passos de Lutero na Alemanha, John knox foi um líder religioso reformador na Escócia que liderou o movimento de Reforma Protestante como discípulo de John Calvino, por isso mesmo chamada de reforma calvinista na Escócia. Ele era um sacerdote católico, ordenado em 1536, exatamente 36 anos depois do descobrimento do Brasil e 2 anos depois da criação da Companhia de Jesus, os jesuítas. O movimento jesuíta foi criado exatamente para combater a reforma iniciada na Alemanha e que estava se espalhando pelo mundo na esteira das grandes navegações em busca de ampliar territórios europeus. Embora John Knox tenha frequentado a Universidade de Glagow, não se sabe se ele algum dia chegou à formatura, por isso seus críticos o chamavam de semianalfabeto, mas sabe-se que ele dominava a língua latina, a língua culta da época, e posteriormente aprendeu grego e hebraico e mesmo antes de assumir uma paróquia ele já trabalhava como tutor de crianças nobres. No livro História da Redenção, p.351, Ellen White assim se refere a John Knox: “Na Escócia, o evangelho encontrou um campeão na pessoa de João knox. Este fiel e verdadeiro reformador não temia a face do homem. Os fogos do martírio, luzindo em redor dele, apenas serviam para despertar seu zelo em maior intensidade. Com o machado do carrasco pendente ameaçadoramente sobre a cabeça, manteve-se em seu terreno, desfechando vigorosos golpes à direita e à esquerda, para demolir a idolatria. Assim, manteve seu propósito, orando e travando as batalhas do Senhor, até que a Escócia ficou livre”.

“Ao lermos acerca de Lutero, knox e outros reformadores notáveis, admiramo-lhes a força, o ânimo e coragem possuídos por aqueles fiéis servos de Deus, e gostaríamos de apropriar-nos do espírito que os animava. Desejamos saber de que fonte de fraqueza tiraram força. Embora esses grandes homens tivessem sido usados como instrumentos de Deus, não eram sem defeito. Eram homens falíveis e cometeram grandes erros. Devemos buscar imitar-lhes as virtudes, mas não fazer deles nosso modelo. Esses homens possuíam raros talentos para levar avante a obra da Reforma. Eram impelidos por um poder acima de si mesmos, mas não eram os homens – os instrumentos que Deus usou – que deviam ser exaltados e honrados, mas o Senhor Jesus, que fez com que lhes sobreviesse Sua luz e poder. Que aqueles que amam a verdade e a justiça, a quem incumbem os legados hereditários confiados àqueles porta-estandartes, louvem a Deus, a Fonte de toda a luz” (Mensagens Escolhidas, vol.1, p.442). E quem poderá dizer que não somos nós hoje os arautos do evangelho para nossos dias? Quero crer que Deus espera grandes coisas de nós e para isso já disponibilizou seu poder e milhares de anjos comissionados a guardar os fiéis na sua luta de anunciar ao mundo a beleza “do evangelho para salvação de todo aquele que crê” (Rom.1:16).

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