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Meditação diária de 02/12/2019 por Flávio Reti – King Camp Gillete
02/12/2019

Meditação diária de 01/12/2019 por Flávio Reti – Arthur Ignatius Conan Doyle

01 de dezembro

Isaías 7:9  “…se não crerdes, certamente, não haveis de permanecer”

Arthur Ignatius Conan Doyle

Você que sempre quis saber quem foi Sherlock Holmes, chegou a hora de revelar a verdade sobre esse detetive misterioso. Arthur Conan Doyle foi o homem que escreveu 60 histórias sobre o detetive de nome Sherlock Holmes que nunca existiu, senão na cabeça de Conan Doyle. Arthur Conan Doyle foi um médico britânico e também um escritor grandemente considerado na literatura inglesa e que criou tal personagem. Grande escritor de obras de ficção científica, mas também escreveu novelas, romances, poesias e muita coisa não ficção também. Conan Doyle foi criado numa família extremamente católica, mas assim que terminou o ensino médio ele se declarou agnóstico, aquele que considera os fenômenos sobrenaturais inacessíveis à compreensão humana, não aceita Deus e também não nega a existência de Deus, ele simplesmente não entende e achando inútil discutir o assunto, deixa pra lá. Lembre-se que ele era médico e inclusive esteve à bordo de um navio Inglês nos países da costa da África e ao voltar, embora sua mãe o incentivasse a continuar como médico da marinha, ele retrucou que ganharia mais usando sua pena do que se arriscando em navios e passando frio. Mas continuou sendo médico e ao mesmo tempo escrevendo e foi em 1887 que ele criou e usou pela primeira vez o personagem Sherlock Holmes. Para criá-lo, ele se inspirou em seu professor da época da Universidade, um tal Joseph Bell. Conan Doyle jogou futebol na posição de goleiro, jogou cricket, jogou boliche e também golf em cujo esporte se destacou, mas nunca deixou de ser escritor. Quando se casou, ele escolheu mal e sua noiva já sofria de tuberculose, com isso o casamento só durou 9 anos e ficou viúvo. Casou-se uma segunda vez e novamente ficou viúvo. Dos livros que Doyle escreveu, em 56 deles o personagem Sherlock Holmes apareceu, até o dia em que Doyle, conversando com sua mãe, disse o seguinte: “Acho que vou assassinar Sherlock Holmes, ele me priva a mente de coisas melhores”. Lembra que Conan Doyle se declarava agnóstico? Pois bem, mais para o final da vida ele se deu a fazer contato com o espiritismo e frequentar sessões espíritas mediúnicas e ele passou a reformular seu conceito de crença. Conan Doyle perdeu as esposas, perdeu dois filhos militares, perdeu dois netos e com isso ele foi entrando em depressão o que o aproximou do espiritismo e como escritor que era começou a escrever sobre o assunto e se tornou um grande apoiador do espiritismo. Ele aproveitou a onda de especulações paranormais do século XIX e escreveu manifestando sua convicção e explicando as manifestações paranormais dentro do espiritismo que se alastrava na França e na Alemanha, além do reino Unido. Então, essa história de textos psicografados já vem de tempos, desde Conan Doyle lá na Inglaterra no século XIX. Conan Doyle morreu em Julho de 1930 de ataque cardíaco, com 71 anos de idade. Na sua lápide estão as palavras: “Verdadeiro Aço, Lâmina Afiada” cuja inspiração ninguém sabe de quem foi.

Observe pelo relato acima, aonde foi parar o homem que de início se declarou agnóstico, que não cria em Deus. Olha a ladeira que ele desceu por não ter uma fé firme em Deus. Esse mesmo perigo corremos nós se não alicerçarmos nossa fé em algo maior. Não podemos prescindir do fato de que Deus criou e ele sustenta, logo, ele existe. O que disto restar é especulação.

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