Comunicados do 33º Encontro de Ex-Alunos
01/06/2018
Meditação diária de 02/06/2018 por Flávio Reti
02/06/2018

Comentários da Lição 9 (2o Trim/2018) por Pr Narcizo Liedke

Enganos do tempo do fim

Introdução

Desde o início, quando ainda no céu, Satanás semeou a mentira e o engano. Com sutileza esforçou-se para pregar o descontentamento e discordia contra o governo de Deus. Não parou mais.

“No Éden, ele se disfarçou de uma serpente e utilizou artifícios contra Eva. Como ele fez ao longo da história, até hoje, Satanás usará o engano mesmo após o milênio (Ap 20:8) na tentativa de alcançar seus objetivos.

Infelizmente, ele é muito mais inteligente, poderoso e astuto do que nós e, por isso, precisamos nos apegar a Jesus e à Sua Palavra, a fim de nos protegermos de suas artimanhas. ”

O estudo desta semana pretende mostrar alguns destes engados, os que mais eficazmente ele usa para nos protegermos contra eles.

 

O principal engano

O principal engano é fazer as pessoas não acreditarem na sua existência. “Para eles, os textos bíblicos que falam de Satanás ou do diabo são meramente expressões de uma cultura pré-científica que tenta explicar o mal e o sofrimento no mundo. Para muitas pessoas, a ideia de uma entidade literal e sobrenatural que tem propósitos malignos para com a humanidade é coisa de ficção científica. ”

“O fato de que muitas pessoas rejeitam a existência literal de Satanás, mesmo diante de evidências bíblicas tão contundentes, deveria ser um lembrete poderoso de como é crucial entender o que a Bíblia realmente ensina. “

Os dois grandes erros

Em Seu sermão sobre os acontecimentos no tempo do fim, Jesus adverte sobre o surgimento de falsos cristos e falsos profetas. Devemos estar preparados para identifica-los (falsos cristos e falsos profetas) e isto só é possível conhecendo os ensinos verdadeiros. Só através do conhecimento bíblico e pela obediência à vontade de Deus, saberemos diferenciar o que é a verdade do que são as mentiras e ardis do inimigo.

Ellen G. White explicou quais são os dois grandes enganos: “Mediante os dois grandes erros – a imortalidade da alma e a santidade do domingo – Satanás há de enredar o povo em suas malhas. Enquanto o primeiro lança o fundamento do espiritismo, o último cria um laço de simpatia com Roma. Os protestantes dos Estados Unidos serão os primeiros a estender as mãos através do abismo para apanhar a mão do espiritismo; se estenderão por sobre o abismo para dar mãos ao poder romano; e, sob a influência dessa tríplice união, esse país seguirá as pegadas de Roma, desprezando os direitos da consciência” (O Grande Conflito, p. 588).

A imortalidade da alma

Os seguintes textos, Ec 9:5, 6, 10; Sl 115:17; 146:4; 1Co 15:16-18; Dn 12:2, mostram claramente o que acontece quando morremos, deixamos de existir e não temos mais consciência (percepção) de nada. Não podemos mais mudar nosso destino eterno e ninguém pode fazê-lo por nós.

Enquanto as pessoas acreditarem que, na morte, a alma continua vivendo de uma maneira ou de outra, elas estarão abertas aos enganos mais ocultistas ou espiritualistas; enganos que podem facilmente promover a ideia, aberta ou indiretamente, de que não precisamos de Jesus.

O sábado e a teoria da evolução

O sábado estabelecido por Deus no final da semana em que criou “todas as coisas” é um memorial desta mesma criação. Caso o ser humano tivesse guardado adequadamente este dia como um memorial da criação não haveria dúvidas em relação à origem do universo e da vida.

A teoria da evolução é um engano satânico que retira Deus do processo criador e estabelece que tudo acontece aleatoriamente e a partir de um ancestral comum. Em Genesis a bíblia deixa claro que tudo foi planejado e que não houve um ancestral comum para todas as espécies.

Sem um Deus Criador e uma semana literal de criação não há sentido na guarda do sábado.

O mais preocupante é que muitos cristãos admitem uma harmonização entre o relato bíblico e as teorias da evolução.

Guardemos o sábado e honremos aquele que tudo criou.

A falsa trindade

“O conceito da natureza triúna de Deus é encontrado em toda a Bíblia. Entretanto, no contexto dos enganos e da perseguição do tempo do fim, o livro do Apocalipse revela uma “trindade falsa”, composta pelo dragão, pela besta do mar e pela besta da terra de Apocalipse 13.

O dragão é visto nessa passagem como uma contrafação do Pai, na medida em que ele está claramente no comando. Ele também dá poder, autoridade e um trono à besta do mar, a contrafação de Cristo.

O dragão é visto nessa passagem como uma contrafação do Pai, na medida em que ele está claramente no comando. Ele também dá poder, autoridade e um trono à besta do mar, a contrafação de Cristo. “

 

Comentário final

Reflitamos sobre as implicações da teoria da evolução no contexto dos eventos finais, especialmente no que diz respeito à função do sábado. Uma razão pela qual Charles Darwin, autor da teoria, promoveu a evolução foi que, não entendendo o grande conflito, ele teve dificuldade em conciliar o mal e o sofrimento com a ideia de um Criador amoroso. Por causa desse problema, ele buscou respostas em outra direção. Também não foi uma coincidência o fato de que, durante a segunda metade do século 19, quando Darwin estava revisando e reformulando sua teoria da evolução, Deus criou um movimento, a Igreja Adventista do Sétimo Dia, que rejeitou a teoria de Darwin. É interessante o fato de que a Igreja Adventista, cujos fundamentos criacionistas são revelados em seu nome, tenha começado a crescer e se expandir na mesma época em que surgiu a teoria darwiniana.

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