Meditação Diária de 17/05/2017 por Flávio Reti
17/05/2017
Meditação Diária de 18/05/2017 por Flávio Reti
18/05/2017

Comentários da Lição 8 (2o Trim/2017) por Flávio Reti

LIÇÃO 8 – JESUS NOS ESCRITOS DE PEDRO

 

-Esse vai ser um bom estudo porque Pedro aprendeu muito com Jesus

-Se Pedro aprendeu, nós podemos aprender também, Porque Jesus é o mesmo ontem, hoje e sempre

-Pedro o negou três vezes, esteve perto de ser outro traidor assim como Judas, mas arrependeu-se

-Falhou no comportamento diante dos judeus e gentios e Paulo o repreendeu na cara (Gal.2:11)

-Mas ele foi quem fez o primeiro sermão de conversão de 5.000 judeus fora de Jerusalém

-A morte de Jesus foi para Pedro um golpe inexplicável, ele não esperava daquele jeito

-Nem ele, nem os demais discípulos, nem as mulheres suspeitavam que Jesus morreria daquele jeito

-O sinédrio, mais astutos, desconfiavam das palavras de Jesus sobre a ressurreição, eles sabiam

-Logo, os primeiros a anunciarem a ressurreição não foram os discípulos, mas os guardas romanos

-Quem ouviu de primeira mão foram os membros do sinédrio, os mesmos que queriam vê-lo morto

-Pedro foi um que, de início, não entendeu o caminho da cruz, a morte substituta de Jesus

-Para ele, Cristo não iria morrer, ele o defenderia com a espada, mas Ele morreu e ressuscitou

-E Pedro foi quem correu e chegando ao túmulo viu os panos, as ataduras, mas o túmulo estava vazio

-Assim, Pedro é autoridade para falar de Jesus e de sua obra e pode também emitir conceitos

 

DOMINGO – JESUS, NOSSO SACRIFÍCIO

-Todo judeu conhecia o sistema de sacrifícios para prefigurar a vinda do Messias

-Era uma ilustração dramática, uma forma didática de explicar a maneira de Deus salvar

-E Pedro afirma: Não foi por prata ou ouro, ou coisas corruptíveis que fostes resgatados

-Mas pelo precioso sangue de um cordeiro sem manchas, o sangue de Cristo

-Judeu algum queria aceitar que eles mataram o Messias, aquele há muito tempo prometido

-Mas Jesus perdeu sangue várias vezes: no Getsêmani, com a coroa de espinhos, com os açoites

-Ao ser pregado nos pés e nas mãos ele deu a última gota pela raça imerecida

-Jesus morreu derramando seu sangue literalmente. E a vida está no sangue (Lev.17:11)

-O conceito de remissão foi muito bem explicado por Moisés, uma substituição

-Todo primogênito, animal ou pessoa, era consagrado e sacrificado ao Senhor

-Mas eles podiam remir o animal, fosse ele cordeiro, jumento, boi, e também o filho primogênito

-Um escravo podia ser redimido, terras vendidas podiam ser redimidas

-Em nosso caso, Jesus foi o preço pago pela nossa redenção, ele nos redimiu para Deus

-Tirou-nos nas mãos do inimigo, tirou-nos do caminho do sacrifício, pagou o resgate com seu sangue

 

SEGUNDA – A PAIXÃO DE CRISTO

-Há palavras que o povo desconhece bem o significado: Paixão, amor, apocalipse, evangelho

-Falar em filme da paixão de Cristo você entende bem o que é

-Mas falar da paixão de Cristo tendo em mente o sofrimento, a gente se nega a entender

-O sofrimento de Cristo foi por uma ação muito injusta, você deveria sofrer pelo seu pecado

-Por isso Paulo diz que era escândalo para os judeus e loucura para os gentios (I Cor.1:23)

-Nossa mente não alcança senão alguns lampejos do sofrimento de Cristo

-A eternidade será pouca para estudarmos e entendermos – algo infinito como Ele é infinito

-Quando algo comum nos acontece já nos deixa tristes e com cara de sofrimento

-Agora imagine Cristo inocente sofrendo pela culpa de toda a humanidade, passada e futura

-Imagine se você tivesse que pagar pelo mal de sua cidade por apenas um dia!

-Pense comigo: Cometeram um crime e eu tenho que pagar por isso? Como vai ser?

-Como vou me sentir, insegurança, medo? E a polícia, e a justiça? Será que consigo um bom advogado?

-Será que um dia vou sair de lá? Vamos me condenar por quantos anos? Tem como pagar?

-Se isso acontecer num país estranho como China, Coreia do Norte, Indonésia onde a lei é dura?

-Imagine mais, Cristo estava diante da justiça de Deus, muito mais severa, muito mais justa

-Então, Cristo pagou pelo seis mil anos de pecado desde Adão até o último ser sobre a terra

-E se Jesus falhasse, como ficariam as coisas neste universo inteiro?

-Tudo isso e mais que não sabemos imaginar pesava na mente de Jesus, realmente paixão, sofrimento

-Jesus não teve a chance de pecar e depois pedir perdão, quem o perdoaria se ele era o salvador

-Ele que veio à terra para providenciar perdão ao pecador. Ele não tinha direito de cometer pecado

-Nossa vida corria perigo de perdição eterna. Agora que tudo passou, eu tenho a certeza do perdão

 

TERÇA – A RESSURREIÇÃO DE JESUS

-Jesus anunciou várias vezes que morreria e que no terceiro dia ressuscitaria

-Mas os discípulos, principalmente Pedro, não queriam admitir a morte do mestre

-Eles não entendiam o que era ressurreição e não tinham certeza dela

-E era o ponto principal, o mais importante do plano da salvação

-Porque se Cristo não ressuscitasse, a salvação nunca seria possível

-Como disse Paulo, “Se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé” (I Cor.15:17)

-Jesus morrer até dava pra entender, porque, afinal, todos morrem

-Mas ressuscitar era um milagre divino, alguma coisa fora do comum, não normal

-Eles não esperavam que Cristo morresse e por isso não se prepararam para a ressurreição

-Quando Cristo morreu todos se frustraram, se desanimaram, perderam a esperança

-O plano de embalsamar era para tê-lo por mais tempo ali entre eles até apodrecer por completo

-Mas curiosamente, contrariamente, no domingo, nenhum dos discípulos estava lá pra ver

-Somente os soldados romanos foram os que viram tudo e tremeram de medo

-As testemunhas da vida de Jesus não foram testemunhas da sua ressurreição

-Mas, na verdade, ele ressuscitou e hoje seu túmulo vazio dá a certeza da nossa ressurreição

 

QUARTA – JESUS COMO O MESSIAS

-Os discípulos tinham noção da vinda do Messias e até o aguardavam na sua geração

-Prova disso é que André disse a seu irmão Simão “Achamos o Messias”

-Eles esperavam um enviado libertador, não da morte, mas dos romanos

-Em Jerusalém havia muitos que acreditavam que Jesus era o Messias

-Muitos desses que criam vinham sendo enganados pelos sacerdotes e líderes

-Como hoje, muitos crentes enganados nas igrejas pelos líderes inescrupulosos

-Os discípulos deveriam esclarecer a missão de Cristo primeiro aos judeus

-Deveriam dizer que aquele que ressuscitou era o Messias, o salvador da humanidade

-A ressurreição de Jesus deu novo ânimo aos discípulos que saíram a pregar abertamente

-E os que aceitavam eram batizados. E num só dia, após o pentecostes, 3.000 almas se agregaram

-Os líderes judeus achavam que sua obra terminaria com sua morte, mas erraram redondamente

-Sem querer ver, eles estavam vendo as maravilhas que se seguiram ao pentecostes

-Viram os discípulos cheios de poder, viram realizar milagres tal qual Jesus realizava

-Os próprios discípulos ficaram assombrados e alegres com o resultado da atuação do Espírito

 

 

QUINTA – JESUS, O MESSIAS DIVINO

-Antes da morte de Jesus circulava uma pergunta: Quem é este que faz maravilhas?

-João Batista já havia dito que “era o cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo”

-Mas pelo nascimento humilde, pela criação na carpintaria, ficava difícil aceita-lo como Messias

-Ele era de família real, descendente de Davi, mas na época o reino de Israel já havia desmoronado

-Se não tivesse desmontado, José seria o rei, Jesus um príncipe e Maria a rainha

-Jesus tinha como pai José, na linha descendente do trono de Israel

-Mas ele teve a desdita de nascer num lar pobre, numa cidade afastada e dentro de uma estrebaria

-Alinhavando tudo isso e outras coisas, Jesus era desacreditado como o Messias divino

-E de fato, com essas credenciais, era difícil acreditar que Jesus era o Messias salvador do mundo

-Lá um dia esse homem sai fazendo milagres, o povo o segue, mas a elite desconfia e se afasta

-Sua mãe e os discípulos sabiam bem quem ele era, pelo que vinham acompanhando

-Quem seria capaz de fazer o que ele fazia se Deus não estivesse com ele?

-Quem o conheceu de perto, conviveu com ele, não poderia ter dúvida da sua divindade

-Os mais próximos passaram pelo desgosto de vê-lo morto, mas testemunharam sua ressurreição

-Depois da ressurreição, quarenta dias conviveram com ele, comeram com ele, viram-no subir

-Agora, nem a perseguição nem a morte apagaria sua messianidade, sua origem divina

 

SEXTA – CONCLUSÃO

-Pela seu sofrimento e pela sua morte Jesus revelou sua missão

-Pela sua ressurreição ele revelou sua origem divina

-Pela sua ascensão, ele revelou que não era deste mundo, voltou para onde estava antes

-Nosso maior problema não é NÃO querer ser salvo, é aceitar Jesus como salvador

-Se temos dificuldade de nos afastar deste mundo é porque ainda não cremos totalmente nele

-Ser transformado pelo Espírito é fácil, é trabalho dele, mas nós dificultamos as coisas

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