Culto Jovem “A África na Bíblia” – 19/05/18
18/05/2018
Meditação diária de 19/05/2018 por Flávio Reti
19/05/2018

Comentários da Lição 7 (2o Trim/2018) por Pr Narcizo Liedke

Lição 07 – Mateus 24 e 25
Introdução
Os discípulos estavam entusiasmados com as possibilidades. Um templo maravilhoso, Uma nação com grande potencial, bastaria um líder com as habilidades de Jesus. Os Romanos seriam derrotados e com Jesus coroado como rei só haveria prosperidade. Jesus, contudo, sabia que não seria assim. Dias terríveis estavam por vir e Ele precisava preparar os discípulos para crise vindoura. Jesus inicia com um choque de realidade: “não ficará pedra sobre pedra…”. Os discípulos querem mais explicações, querem saber quando aqueles eventos preditos por jesus aconteceriam, então, Jesus responde. Falou da destruição do templo e das circunstancias reinantes antes de sua vinda.
Como os discípulos podemos estar deslumbrados com as coisas ao nosso redor. Progresso, comodidade, riqueza, prazer e apetites. Tudo nos seduz, mas estas coisas serão destruídas, muito brevemente, pelo fogo, por esta razão as palavras de Jesus em Mateus 24 e 25, são advertências atuais para todos nós.
Uma poderosa confirmação das profecias
Falsos cristos e falsos profetas sempre estiveram presentes com suas promessas de paz e prosperidade, dando uma sensação de paz à humanidade. Estes falsos profetas não são necessariamente religiosos. Políticos, sociólogos, cientistas e governantes sempre prometeram um mundo melhor criando uma falsa sensação de segurança. Com certeza os falsos cristos, que de acordo com as palavras de Jesus, “tentarão enganar os próprios eleitos, surgirão cada vez com mais força e frequência nos últimos dias. Fique alerta.
Perseverando até o fim

Nadar, nadar e nadar. Ao fim morrer na praia. Que triste!
Em Mateus 7:24 a 27, Jesus orienta edificarmos na rocha (que é Ele) não na areia. Mais do que conhecimento teórico da verdade um conhecimento experimental é indispensável, só assim poderemos resistir as ciladas do inimigo e perseverar até o fim.
Abominação da desolação
Jesus faz referência ao profeta Daniel quando menciona “o abominável da desolação” numa aplicação clara à destruição de Jerusalém e do templo, mas também há uma relação com a incredulidade e rebelião que caracterizam o tempo do fim.
No entanto, há um segundo cumprimento para essa profecia, em que os eventos mais imediatos, como a destruição de Jerusalém, constituem um tipo do futuro, os eventos finais. “Cristo viu em Jerusalém um símbolo do mundo endurecido na incredulidade e rebelião, e apressando-se ao encontro dos divinos juízos retributivos” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 22).
“Daniel 8, especialmente os versos 9 a 12, coloca esses eventos em seu contexto histórico, dividindo o poder romano em duas fases. A primeira fase, vista na rápida expansão horizontal do chifre pequeno (Dn 8:9), mostra o vasto império de Roma pagã. Na segunda fase (Dn 8:10-12), o chifre pequeno cresce verticalmente, lançando por terra algumas estrelas (perseguindo o povo de Deus) e engrandecendo-se até ao “príncipe do exército” (Dn 8:11), Jesus. Essa fase representa o período papal, que surgiu da queda do Império Romano pagão, mas continua sendo Roma. É por isso que um único símbolo, o chifre pequeno, representa ambas as fases do mesmo poder. O juízo em Daniel 7:9, 10, a purificação do santuário em Daniel 8:14 e os sinais no céu em Mateus 24 – todos indicam a intervenção de Deus em favor de Seu povo nos últimos dias. ”
As dez virgens
As cinco virgens da parábola, às quais faltou azeite ou que (segundo uma das traduções), o azeite estava quase acabando, representam aqueles que estão esperando a volta de Cristo, mas tem uma experiência superficial com Ele. Parece que as cinco virgens negligentes estavam satisfeitas com o pouco (azeite) quando precisavam de muito.
O azeite representa o Espirito Santo. Quanto você tem deste azeite? É suficiente? Nunca é demais ter deste azeite.                                              Usando seus talentos                             As parábolas contadas por Jesus enfatizavam o fato de que devemos estar preparados para a sua vinda. “Assim como o azeite representa o Espírito Santo para as dez virgens, as “moedas de ouro” (Mt 25:15, NTLH) representam talentos, que vem da palavra grega talanta. “Os talentos representam dons especiais do Espírito Santo, juntamente com todos os dotes naturais” (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 5, p. 545). ”
Os dons espirituais vêm do Espírito Santo (veja 1Co 12:1-11, 28-31; Ef 4:11). Há boas notícias para os que julgam ter o menor dom. Os dons nunca são recebidos sem o Doador. Portanto, essas pessoas recebem seu dom ao receberem o dom maior: o Espírito Santo.
Usar o dom dado por Deus é um compromisso do mordomo, é um privilégio também. Contudo o melhor de tudo é que a posse definitiva do dom só acontece quando junto com ele recebemos o Espirito Santo.
Comentário final
“O que havia recebido a menor dádiva deixou o talento improdutivo. Nisso é feita uma advertência a todos quantos pensam que a pequenez de seus dotes os dispense do trabalho para Cristo. Se pudessem fazer alguma coisa grande, com que boa vontade não a empreenderiam! Mas, porque só podem servir em coisas pequenas, pensam que são justificados ao não fazer nada. Erram nisso. O Senhor prova o caráter na distribuição dos dons. O homem que foi negligente em fazer prosperar seu talento mostrou-se um servo infiel. Se houvesse recebido cinco talentos, os teria enterrado como fez com um único. Seu mau uso do único talento mostrou que desprezava as dádivas do Céu.
“‘Quem é fiel no mínimo também é fiel no muito’ (Lc 16:10)

Os comentários estão encerrados.