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01/02/2019
Meditação de Pôr do Sol 01/02/2019 por Nidélci Lima Rocha
01/02/2019

Comentários da Lição 5 (1o Trim/2019) por Classe 3

Os sete selos

Nos capítulos 4 e 5 de Apocalipse vemos Jesus assumindo o papel de cordeiro, se inicia através da abertura dos selos, em suas respectivas igrejas e tempos. Cristo pede aos discípulos que sejam suas testemunhas. Em atos 2 o evangelho vivo se dissipa, através da descida do Espirito Santo. Com poder os discípulos saem a pregar, e compartilham a esperança que um dia Jesus deu a eles. são testemunhas vivas do que Jesus fez em suas vidas. “ Então, afirmou-lhe Pedro: “Não possuo prata nem ouro, mas o que tenho, isso te dou: em o Nome de Jesus Cristo, o Nazareno, ergue-te e anda! E, segurando-o pela mão direita, ajudou-o a levantar-se e, naquele mesmo instante, os pés e tornozelos do homem ficaram firmes.” At. 3: 6 e 7 KJ

O livro de Apocalipse nos capítulos 6 e 7 resume todo período do avanço da igreja através da pregação do evangelho e as dificuldades que viriam.

O primeiro selo; Vemos a brancura do cavalo que representa a pureza de fé daquele tempo. A coroa dada ao cavaleiro e o seu avanço como vencedor e prestes a alcançar novas vitórias significam o sucesso com que a verdade foi promulgada pelos seus primeiros ministros. O Evangelho era para todo o mundo.

O segundo selo; Vemos o primeiro aspecto notável nestes símbolos talvez seja o contraste na cor dos cavalos. Este contraste tem, sem dúvida, um significado especial. Se a brancura do primeiro cavalo representava a pureza do Evangelho no período abrangido por aquele símbolo, a cor vermelha do segundo deve representar que neste período começava a corromper-se aquela pureza original.

O terceiro selo; Com que rapidez progride a obra da corrupção! Que contraste entre a cor deste símbolo e a do primeiro. Deve ser representado por este símbolo um período de grandes trevas e corrupção moral na igreja.

A balança indicava que a religião e o poder civil se haviam de unir na pessoa que administraria o poder executivo do governo, e que pretenderia ter autoridade judicial tanto sobre a Igreja como sobre o Estado.
O trigo e a cevada As medidas de trigo e cevada por um dinheiro significam que os membros da igreja procurariam avidamente os bens mundanos, e que o amor do dinheiro seria o espírito predominante desses tempos, a ponto de se desfazerem de qualquer coisa por dinheiro.

O azeite e o vinho — Isto representa as graças do Espírito, a fé e o amor. Havia grande perigo de serem danificados, sob a influência de tão grande espírito mundano.

O quarto selo; É notável a cor deste cavalo. A palavra original denota a “cor pálida ou amarelada” que se vê em plantas murchas ou doentes. Este símbolo deve representar um estranho estado de coisas na professa igreja de Deus. A mortalidade é tão grande durante este período que pareceria como se “as pálidas nações dos mortos” teriam vindo sobre a Terra e continuaram na esteira deste poder desolador. Deve referir-se ao tempo em que o papado exerceu, sem restrição, o seu domínio perseguidor, desde 538 até o tempo em que os reformadores começaram a expor as corrupções do sistema papal.

O quinto selo; Sob o quinto selo os mártires clamam por vingança e recebem vestes brancas. É razoável que este selo, como todos os outros, se refira a um período de tempo, e que a data de sua aplicação é inconfundível, no caso de termos localizado bem os selos precedentes. Vindo a seguir ao período de perseguição papal, o tempo compreendido por este selo deve iniciar-se quando a Reforma começasse a minar a estrutura papal e a restringir o poder perseguidor da Igreja Romana.

O sexto selo; Entre o quinto e sexto selos parece haver uma súbita e completa mudança de linguagem, vemos a natureza se manifestar. Mateus 24 prediz alguns eventos manifestados pela natureza em fúria citados no sexto selo.

Do primeiro ao quinto selo vemos satanás perseguindo ferozmente o povo que aceita o evangelho e sai a pregar a todos povos línguas e nações. Seu propósito é enfraquecer o avanço da palavra, deixar o homem em trevas, tirar do homem a esperança da volta de Jesus e a restauração de um novo céu e uma nova terra, mas a palavra de Deus avança com poder.

Contudo, recebereis poder quando o Espírito Santo descer sobre vós, e sereis minhas testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judeia e Samaria, e até os confins da terra. At 1:8

O convite evangélico não deve ser limitado, e apresentado apenas a alguns escolhidos que, supomos, nos farão honra se o aceitarem. A mensagem deve ser dada a todos. Quando Deus abençoa Seus filhos, não é apenas por amor deles mesmos, mas do mundo. Quando nos confere Seus dons, é para que os multipliquemos transmitindo-os a outros. CBV pág. 102

Deus não escolhe como Seus representantes entre os homens anjos que jamais caíram, mas seres humanos, homens de paixões idênticas às daqueles a quem buscam salvar. Cristo Se revestiu da forma humana para que pudesse alcançar a humanidade. Um Salvador divino-humano era necessário para trazer a salvação ao mundo. E a homens e mulheres foi entregue a sagrada tarefa de tornar conhecidas “as riquezas incompreensíveis de Cristo”. Ef. 3:8. AP. pág. 134

Deus conferiu a nós parte no processo final deste mundo, devemos compartilhar o que a nós foi apresentado, dar testemunho do poder da mensagem em nossas vidas, sendo assim proclamaremos o poder de Deus consumado em nós.

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