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Comentários da Lição 13 (2ºTri/2015)

COMENTÁRIOS DA LIÇÃO DA ESCOLA SABATINA
2º Trimestre de 2015
por Wellington Romangnoli

 

Lição 13 – CRUCIFICADO E RESSURRETO

 

Sábado à tarde

O plano da salvação foi estabelecido antes mesmo da criação. Ao criar anjos e homens com livre arbítrio, Deus sabia da possibilidade de uma rebelião. Por isso já preparara um plano de resgate.

Ellen White escreveu que assim que o homem pecou, Jesus se apresentou como o Salvador. A morte do primeiro cordeiro no Éden e os milhões de sacrifícios oferecidos pelos fiéis de todas as eras apontavam para o verdadeiro Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.

Jesus conhecia Sua missão. Sabia que deveria morrer pelos pecados dos homens (incluindo os meus pecados). A cruz era inevitável! Mesmo assim, na hora final, Ele poderia ter desistido. Que bom que Jesus foi até o fim e cumpriu o plano da salvação!

 

Domingo – Getsêmani: a luta terrível

Éden e Getsêmani. Dois jardins onde tremendas decisões foram tomadas. Decisões que determinaram a história da humanidade. Em ambos jardins a grande questão era: “A quem devo obedecer?”

Nossos primeiros pais decidiram ouvir e seguir as sugestões do Inimigo. Ao decidirem fazer a própria vontade, na verdade, estavam fazendo a vontade do diabo. Jesus, assaltado pelas mais cruéis tentações e insinuações de Satanás, ora: “Contudo, não seja feita a Minha vontade, mas a Tua”.

Devemos nos lembrar que Jesus saiu vitorioso nessa tremenda batalha porque estava habituado a fazer a vontade de Deus em todos os pequenos detalhes da vida. Uma vida de oração e submissão O preparou para vencer no conflito final.

Assim é conosco também. Não poderemos alcançar a vitória nas grandes batalhas da vida se não aprendermos a orar e fazer a vontade de Deus nos pequenos desafios do dia-a-dia.

 

Segunda – Judas

“A maior desgraça que pode acontecer com alguém é poder ter sido e não ter sido” Orlando Ritter.

Isso aconteceu com Judas. Dentre todos os discípulos, Judas se destacava. Possuía os melhores dons. Diz-se que poderia ter sido outro Paulo.

Jesus escolheu Judas como discípulo conhecendo seu talentos e também as suas inclinações. Mas o Salvador amou a Judas e resolveu coloca-lo ao Seu lado, dando a ele a maior oportunidade possível de salvação.

Mas Judas fez suas escolhas. Apesar de testemunhar os milagres e maravilhosos ensinamentos de Jesus, preferiu amar o mundo e as coisas do mundo. Seu amor ao dinheiro ofuscou seu amor por Jesus.

Que essa desgraça não aconteça conosco!

 

Terça – Com Ele ou contra Ele

No grande conflito entre o bem e o mal não existe terreno neutro. Cada polegada desse universo é reclamada por Cristo e contra reclamada por Satanás. O Diabo quer nos tentar a adotar a posição  “em cima do muro” porque sabe que o muro pertence a ele.

Vamos analisar os seguintes personagens:

* Os membros do Sinédrio – o próprio Jesus afirmou que eles escolheram as trevas. Ellen White disse que eles se convenceram de que estavam lutando contra Deus e mesmo assim seguiram em frente.

* Pilatos – um fraco. Tentou transferir a responsabilidade. Sabia que Jesus era inocente mas lavou as mãos. Impossível era lavar sua culpa.

* Herodes – o mesmo que mandou decapitar João Batista. Um caso clássico de pecado contra o Espírito Santo. Pediu que Jesus realizasse um milagre. Mas, depois de ter rejeitado aos apelos de João Batista, o maior de todos os profetas, não seria um milagre que iria transforma-lo.

* Os dois ladrões – a princípio ambos zombaram de Jesus. Mas um deles ainda não estava totalmente insensível. E mesmo na hora da morte, aceitou a Jesus como Salvador. Isso encheu o coração de Cristo de alegria e esperança. Seu sacrifício não seria em vão.

 

Quarta – Ele ressuscitou

Dizemos que Jesus morreu como um vitorioso. Mas um vitorioso não poderia permanecer na tumba. Ele precisava ressuscitar! A ressurreição de Jesus mostrou que a morte não teve, não tem e não terá a palavra final.

Jesus vivo, intercedendo por nós no santuário celestial, é fundamental para a fé cristã. A ressurreição de Jesus garante a ressurreição dos justos de todas as eras, garante a ressurreição dos nossos amados que já descansam e garante a nossa ressurreição, se adormecermos antes da segunda vinda de Cristo.

Por isso Paulo dizia: “Se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e vã a vossa fé” (I Cor 15:14).


Quinta – “Importava que se cumprisse tudo”

Quantas vezes Jesus tentou alertar os discípulos sobre o que iria acontecer! Mas eles estavam cegos às verdades reveladas nas Escrituras. Suas ideias preconcebidas impediam que entendessem o que Jesus queria lhes explicar.

Precisaram perder as esperanças para, enfim, poderem entender as profecias relativas ao ministério de Cristo.

No caminho de Emaús, Jesus dirigiu os decepcionados discípulos às Escrituras Sagradas. Como resultado eles sentiram novamente o calor da esperança aquecer o coração.

A Bíblia ainda é central e essencial. Será que, como os primeiros discípulos, nossas ideias preconcebidas estão nos impedindo de entender a verdade como ela é em Jesus? Será que precisaremos de uma nova decepção para abrir os nossos olhos? Estamos no final da história terrestre e ainda “importa que se cumpra tudo”. Que o estudo da Palavra de Deus aqueça nosso coração.

Sexta – Estudo adicional

“Far-nos-ia bem passar diariamente uma hora a refletir sobre a vida de Jesus. Deveremos tomá-la ponto por ponto, e deixar que a imaginação se apodere de cada cena, especialmente as finais. Ao meditar assim em Seu grande sacrifício por nós, nossa confiança nEle será mais constante, nosso amor vivificado, e seremos mais profundamente imbuídos de Seu espírito. Se queremos ser salvos afinal, teremos de aprender ao pé da cruz a lição de arrependimento e humilhação” (0 Desejado de Todas as Nações, p.83).

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