Culto Divino
11/06/2021
Comentário Lição nº12: Fé na Aliança
18/06/2021

Comentário Lição nº11: O Santuário da Nova Aliança

VERSO PARA MEMORIZAR:Por isso mesmo, Ele é o Mediador da nova aliança, a fim de que os que foram chamados recebam a promessa da herança eterna”. Hebreus 9:15

Leituras da Semana: Êxodo 25:8; Isaías 53:4-12; Hebreus 8:1-6; Hebreus 9:14; I Timóteo 2:5-6

INTRODUÇÃO

O resgate provido por Jesus Cristo na cruz do calvário foi completo. Na antiga aliança, cada sacrifício de animais lembrava o momento em que o Sacrifício supremo seria oferecido em favor da humanidade. Esse sacrifício perfeito (Jesus) é nosso representante no santuário celestial. Esse é o fundamento da nova aliança!

  1. Relacionamentos:

O serviço no santuário era didaticamente repleto de significados para os Israelitas. A bíblia o relata como a figura, uma imagem, uma sombra do verdadeiro santuário. Mas essas sombras ou imagens eram suficientes para revelar o que estava por vir, indicando claramente a morte sacrifical e o ministério sumo sacerdotal de Cristo no Santuário celestial.

Ao longo da lição do trimestre estamos falando de antiga e da nova aliança. À esta altura uma coisa está muito clara: – Em qualquer uma delas o Senhor busca um relacionamento pessoal e íntimo com o seu povo. As alianças feitas por Deus com os Israelitas são as regras para esse relacionamento de amor. Em Levíticos 26:11 e 12 Deus fala sobre colocar o santuário no meio do povo para ser o seu Deus e eles serem o seu povo. Para isso o relacionamento, o vínculo afetivo, a interação, a comunicação são fundamentais. Deus também fala sobre não se aborrecer com o seu povo e sobre andar com eles (conosco)!

  • Pecado, sacrifício e aceitação

O sacrifício de animais era o método apontado por Deus para que o pecador do antigo testamento se livrasse da culpa pelo seu pecado. Pode se perceber que o sangue era essencial nos rituais do santuário. O animal, trago como substituto, para morrer no lugar do culpado permitia que a pessoa que pecava fosse restaurada à plena comunhão com Deus e com a humanidade. Era um lembrete claro de que o salário do pecado é a morte (Romanos 6:23) e que sem derramamento de sangue não há remissão de pecados (Hebreus 9:22).

  • A substituição

Esse contexto mencionado acima tornava o ritual solene e constrangia o pecador a aproximar-se daquele que um dia viria morrer em seu lugar. Este é o tema central do Novo Testamento: – Jesus, o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. É tônica forte da lição dessa semana que “qualquer teologia que negue a expiação pelo sangue, nega o coração e a essência do cristianismo. Uma cruz sem sangue não pode salvar ninguém” (terça-feira).

O tema da substituição fundamenta o plano da salvação. Por ser pecador, eu mereço morrer, mas, por amor a nós, Jesus “entregou a si mesmo pelos nossos pecados” (Gálatas 1:4). Nossa salvação vem pelo sacrifício substituto de Jesus em nosso lugar. É isso que nos permite a restauração, o perdão completo e a garantia da vida eterna. Nisso deve repousar a nossa fé para que não vacile.

  • O Sumo Sacerdote da nova aliança

Você se lembra que iniciamos a conversa mencionado que o ritual do santuário era apenas uma sombra? Este é um símbolo do que Cristo faria pela humanidade. Assim como no santuário, o serviço não terminava com o sacrifício de animais. O sacerdote ministrava o sangue no santuário em favor do pecador. Esse é um simbolismo do que cristo tem feito por nós. Sua obra não terminou com a morte de cruz. Na nova aliança, há também um santuário, um sacerdócio e um ministério celestial.

No lugar de um sacerdote humano, hoje temos Jesus, que se compadece das nossas fraquezas (Hebreus 4:15 e 16) e, por ter vivido como ser humano, conhece a nossa realidade e lutas e, pelo seu sacrifício, provou que se interessa por nós e está disposto a nos salvar. Fomos salvos da morte eterna! Essa notícia é maravilhosa demais para ficar somente conosco. Um coração que verdadeiramente compreende isso, encontrará formas de comunicar essa verdade a outros!

  • Ministério Celestial

Jesus intercedendo por nós no santuário celestial (Hebreus 9:24) deve constranger nosso coração e nos fazer perceber a solenidade do momento em que vivemos. Por mais que tenhamos errado, por piores que tenham sidos nossos pecados, quando verdadeiramente arrependidos, temos alguém que comparece diante de Deus intercedendo eficazmente por nós. Graça maravilhosa!

(sugestão para assistir:  https://www.youtube.com/watch?v=6RLOM9Zhgb0).

Jesus, enquanto viveu neste mundo era amoroso, bondoso, acolhedor e é Ele mesmo que agora é nosso mediador! Apenas Jesus, sendo Deus e homem pôde fazer isso por nós. Ter Jesus nos representando diante de Deus é uma notícia incrível. O que você tem feito com ela?

Edilei Lames
Classe do ECC e Amigos
Membro da Igreja do UNASP Hortolândia

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